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METODOLOGIA

Somos criadores de grandes oportunidades

O projeto Primeiros Acordes – Escola de Música de Rio Grande da Serra busca fomentar o interesse de jovens por instrumentos de grande versatilidade, que podemos ouvir nos mais variados estilos, e democratizar a música clássica e erudita para a população de Rio Grande da Serra e região.

Localizado na região metropolitana da capital paulista, Rio Grande da Serra é um município com uma população estimada, em 2015, em quase 50 mil habitantes. Hoje o município vem acrescentando mais e mais atividades culturais e esportivas com foco em alunos de escolas da rede pública a fim de desenvolver seu lado cultural e artístico que os acompanhará durante toda a vida.

Por meio da parceria da Aprisco (Associação de Presbiterianos Para Inclusão Social e Comunitária em Defesa da Vida), Carbono 60 e Cult Cultura, com apoio da Prefeitura de Rio Grande da Serra, e patrocínio exclusivo da Unipar Indupa, o projeto Primeiros Acordes – Escola de Música de Rio Grande da Serra promove o estudo de teorias musicais e seus fundamentos, difundindo todas as vertentes da música erudita, criando uma base musical forte para todos que quiserem seguir em qualquer gênero musical.

As aulas acontecem duas vezes por semana, com duração de três horas cada, totalizando 24 horas mensais. No último sábado de cada mês, estão previstos ensaios abertos. Na metade e no final do curso acontecem apresentações ao público.

Todos os instrumentos serão cedidos para a prática das aulas e atividades, e ao final do projeto serão doados para entidades sem fins lucrativos da região onde acontecerão as aulas. O processo seletivo para o curso será feito por meio da ficha de inscrição (baixe aqui!) entregue no local de realização do projeto. Todos os alunos menores de 18 anos deverão ter a autorização dos pais ou responsável.

Ao longo do processo serão formadas três turmas com dois professores e 20 integrantes. Veja abaixo as especificações de cada uma:

METAIS

O professor titular de metais é o Marco Stoppa, com Victor Fão de substituto, que também integra o projeto como curador artístico.


Marco Stoppa

Marco Antonio Stoppa começou a estudar música aos 10 ano, na Banda Marcial da Cidade de Mauá, no ABC Paulista e logo se destacou como trompetista. Aos 13 anos já tocava em bandas de baile e outras vertentes populares.

Já tocou e gravou com artistas de várias vertentes da música, como:  Forró Cariciar, Charlys da Rocinha, Nação Regueira, Banda Grooving Machine, Velhas Virgens, Gullivera, Germano Matias, Simoninha, Carolina Soares, Projeto Vinagrete, Pedra Branca, Osvaldinho da Cuíca, Silva, entre outros. Atualmente trabalha com as bandas: Tony Tornado, Universo Gafieira, Criolina, Elza Soares e Nomade Orquestra.


Victor Fão

Fão, como é conhecido no meio, começou suas atividades musicais ainda adolescente, aos 14 anos, tocando baixo em bandas de punk rock e hardcore da Zona Norte de São Paulo. Depois de alguns anos, decidiu alçar novos voos e começou a tocar trombone, como iniciante, nas bandas Carne de Groove e Pinguins Tropicais.

No final de 2008, foi convidado para integrar a banda de reggae Ba-Boom, que lançou 2 discos, viajou por todo o Brasil e fez uma turnê pela Jamaica. Atualmente, é trombonista da Buena Onda Reggae Club, Nomade Orquestra, que tem dois álbuns lançados no Brasil e na Europa pela Farout Records e excursionou duas vezes pela Europa, tocando em festivais como Womex, Womad e Boomtown festival, além da banda Samuca e a Selva, que concorreu em 2017 ao prêmio da música brasileira como melhor grupo e fez sua primeira tour internacional pelo Chile.

MADEIRAS

Nas madeiras, a dupla é formada por Bio Bonato (titular) e Kiko Bonato.


Bio Bonato

Bio Bonato é saxofonista e baterista. Atualmente, está envolvido com quatro projetos autorais. Um deles é a Nomade Orquestra, que já lançou três álbuns. O grupo também realizou três turnês pela Europa entre 2016 e 2018, apresentando-se em grandes festivais, como Womex (Espanha), Womad (Inglaterra), Boomtown (Inglaterra) e B-Jazz (Alemanha).

Ele também integra a Samuca e a Selva, banda com dois discos lançados. O grupo fez shows em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de já ter circulado pelo Chile em uma turnê que passou por festivais como o Puesco Festival.

Bio também pertence ao Otis Trio, um projeto de jazz instrumental, que, atualmente, está produzindo o terceiro álbum. Já realizou diversas apresentações com o grupo em festivais, SESCs e casas noturnas por São Paulo.

Com a banda Ba-Boom, também tocou em muitas casas noturnas, festivais e SESCs pelo Brasil, além de realizar uma turnê pela Jamaica no ano de 2012 a convite do Ocho Rios Jazz Festival.

Como freelancer, já trabalhou com grandes nomes, como Tony Tornado, Di Melo, Criolina (Maranhão), Black Mantra, Buena Onda Reggae Club, Família Gangsters, Projeto Nave (em diversos formatos fazendo banda de apoio para grandes artistas da cena RAP/HIP-HOP brasileira em várias edições do programa Manos e Minas, da TV Cultura, e em festivais e SESCs).


Kiko Bonato

Kiko Bonato é saxofonista, guitarrista e tecladista. Na banda Saori&Tequila, toca teclado desde 2012. No repertório do grupo há clássicos jamaicanos dos anos 1960 e 1970, além de músicas autorais. Já tem dois álbuns lançados.

O músico também é tecladista do Black Mantra, projeto de música instrumental com influências de funk dos anos 1960 e 1970; e na Buena Onda Reggae Club, banda instrumental voltada aos ritmos jamaicanos, como ska, rocksteady e reggae.

Kiko também toca saxofone tenor na Ba-Boom desde 2009 e na Samuca e a Selva desde 2014.

PERCUSSÃO

Os professores de percussão são Rafael Cab (titular) e Rodrigo Olivério.


Rafael Cab

Rafael Cab é improvisador, baterista, artista visual e educador. Dedica-se atualmente a projetos de arte sonora focados em música livre/inventiva e desenvolvimento composicional contemporâneo. É idealizador do “Grande Grupo Não Domesticado” – grupo de pesquisa e desenvolvimento em improvisação não idiomática e improvisação dirigida.

Como improvisador, circula constantemente na cena de música livre da Grande São Paulo em workshops e apresentações, que vão de solo a participação em grandes formações, com destaque para a SPIO – São Paulo Improvisadores em Orquestra e o trio com Luiz Eduardo Galvão e Luis Felipe Lucena. Ainda no espectro da música livre, é um dos organizadores do “Espaço Sem Centro” – encontro mensal de música experimental, que acontece desde Janeiro de 2017.

Cab também integra o sexteto Conde Favela, que se dedica a pesquisas na linguagem do free jazz e o grupo percussivo ABC Percussive Ensemble, que desenvolve pesquisa sobre ritmos do mundo. Em artes visuais, desenvolve pesquisa autoral em pintura contemporânea, além de cartazes para  presentações artísticas e capas de disco.


Rodrigo Olivério

Rodrigo Olivério é educador, compositor, instrumentista e artista plástico. Atua em pesquisas de construção e modificação de instrumentos tradicionais e não tradicionais.

É integrante do Grupo Experimental de Música – GEM tendo atuado junto de artistas como Ivaldo Bertazzo e Naná Vasconcellos. Possui longa trajetória na investigação acerca de instrumentos étnicos de diversas culturas, com foco nos signos e morfologias dos instrumentos de sopro.

Atualmente vem desenvolvendo pesquisa e elaborando material artístico e conceitual sobre a temática “parque sonoro”. Tem desenvolvido diversos trabalhos pedagógicos em música experimental e criação de instrumentos com uso e reuso de objetos reciclados.

EQUIPE

A equipe do projeto “Primeiros Acordes” é formada por jovens profissionais da área cultural, tanto na parte administrativa quanto artística. A produção executiva, comunicação e o corpo docente é composto por profissionais com vasta experiência e que acreditam na cultura como ferramenta de transformação social. A partir de uma demanda percebida pela Prefeitura de Rio Grande da Serra, a equipe foi formada durante a concepção do projeto, em parceria com a Aprisco, até sua aprovação pela Secretaria de Cultura e conquista do patrocínio da Unipar. Veja a seguir o organograma com os nomes e respectivos cargos:

VÍDEOS E FOTOS

Em parceria com a plataforma digital Cult Cultura , parceira de mídia do projeto Primeiros Acordes, são produzidos vídeos sobre o processo de musicalização e resultados alcançados. Você pode conferir os materiais aqui no site, à medida que forem produzidos, e os vídeos também serão postados no canal do Youtube da Cult Cultura

VÍDEOS

FOTOS

Sala de Imprensa

Baixar Clipping

Relatório

Ao final do projeto Primeiros Acordes, você poderá baixar o arquivo completo de resultados aqui

FALE CONOSCO

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